A inclusão das leguminosas na alimentação dos portugueses merece um olhar atento. São alimentos muito completos do ponto de vista nutricional, por reunirem um conjunto de nutrientes importantes para a nossa saúde. Possuem vitaminas, minerais, glícidos e fibras. Contribuem para o aporte proteico de origem vegetal. Quando combinadas com cereais, conseguem competir com a qualidade das proteínas de origem animal - carne, pescado, ovos e leite - sendo uma alternativa válida a estes alimentos para o alcance das recomendações proteicas diárias. Têm a vantagem de não contribuir para o consumo de gorduras saturadas.

O aumento do consumo de leguminosas é uma mais-valia para a saúde alimentar da população, mas também para a economia e sustentabilidade do país. Por apresentarem elevada qualidade nutricional e custo reduzido, tendo em conta o poder de compra da maioria dos Portugueses, o seu consumo promove uma alimentação variada e equilibrada.

 

O que pretendemos com este desafio?

  • Promover a ingestão de pelo menos 3 porções de leguminosas por semana.
  • Incentivar a introdução das leguminosas na alimentação infantil entre os 9 e os 11 meses de idade.
  • Fomentar os incentivos à produção nacional de leguminosas (80 a 90% das leguminosas consumidas em Portugal são importadas).
  • Envolver o cidadão na definição de estratégias para aumentar o consumo de leguminosas e fornecer ferramentas para alcançar esse objetivo.
  • Mobilizar os profissionais de saúde, as instituições públicas e privadas, o setor da restauração e a indústria para a promoção do consumo recomendado de leguminosas.

 

Como vamos alcançar?

Cidadão

  • Consuma leguminosas no seu prato principal ou sopa pelo menos 3 vezes por semana.
  • Consuma leguminosas nas refeições intermedias ou snacks (p. ex.: pasta de grão).
  • Consuma pelo menos 1 vez por semana um prato à base de leguminosas e cereais, em substituição de um prato de carne.
  • Introduza as leguminosas na alimentação infantil entre os 9 e os 11 meses de idade (inicialmente o feijão fradinho, branco ou preto e a lentilha, sempre previamente bem demolhadas e inicialmente sem casca e em pequenas porções.
  • Mantenha a história e tradição do seu país às refeições, consuma os nossos pratos típicos como feijoada, rancho, cozido à portuguesa, favas ou ervilhas com ovos escalfados, meia desfeita de bacalhau, jardineira, sopa da avó, entre outras receitas tradicionais. Elabore-as de forma saudável limitando a quantidade de enchidos e adicionando quantidade moderada de gordura (azeite) durante a confeção.

Profissionais de Saúde

  • Recomendar o consumo de leguminosas como parte integrante de um plano alimentar saudável e como fonte proteica alternativa aos alimentos de origem animal, informando como elaborar complementaridade proteica para a obtenção de todos os aminoácidos essenciais.
  • Incentivar o consumo de leguminosas nas refeições principais, veiculadas pela sopa ou pelo prato principal.
  • Monitorizar o consumo de leguminosas e desenvolver estratégias para colmatar casos de não ingestão.
  • Aumentar a capacitação do utente ou grupos para reconhecerem os benefícios e importância do consumo de leguminosas ao longo da vida e saber confecioná-las e inseri-las na alimentação de forma saudável e atrativa.

Instituições Públicas e Privadas

  • Promover o consumo de leguminosas nos estabelecimentos de ensino, de saúde, de apoio social e local de trabalho.
  • Disponibilizar informação sobre os benefícios no consumo de leguminosas.
  • Desenvolver campanhas massificadas junto da comunicação social de promoção do consumo de leguminosas.

Restauração

  • Aumentar a oferta de pratos e sopas à base de leguminosas: na restauração coletiva, pelo menos 2 vezes por semana; na restauração pública, diariamente.
  • Disponibilizar as leguminosas como entradas ou snacks, a preço convidativo.

Indústria e Retalho

  • Aumentar e promover as variedades de leguminosas em conserva com baixo teor de sódio.
  • Desenvolver leguminosas já confecionadas com recurso a tecnologia alimentar que suporte a ausência ou a reduzida adição de sal.
  • Desenvolver pastas ou patês elaborados essencialmente com leguminosas com baixo teor de sal, gorduras e açúcares.
  • Aumentar a produção de leguminosas nacionais (80 a 90% das leguminosas consumidas em Portugal são importadas).

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