actividade do movimento

Cuidados nutricionais em doentes com Alzheimer

dia mundial alzheimer 2017

No dia 21 de setembro assinala-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. Estima-se que em Portugal 130 000 pessoas sofram desta doença.

 

Doença de Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurológica progressiva, de etiologia não nutricional que se caracteriza por um declínio progressivo das funções cognitivas, levando na maioria dos casos a alterações comportamentais, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa. À medida que a doença progride o doente de Alzheimer torna-se cada vez mais dependente de terceiros.

 

Factores influenciadores na nutrição do doente com Alzheimer

Tanto na doença de Alzheimer como noutras doenças neurológicas, o doente vê as suas aptidões diminuídas e, consequentemente, também a sua capacidade de autocuidado. Por consequência o acesso a alimentos e o suprimento das necessidades nutricionais poderá ser comprometido, levando a que estes doentes sejam propícios a sofrer de alterações do estado nutricional.

Manter uma adequada nutrição no doente com doença de Alzheimer é um desafio uma vez que este pode padecer de:

  • Anorexia (falta de apetite);
  • Descuro da alimentação e hidratação, por esquecimento;
  • Dificuldade na insalivação, mastigação e deglutição dos alimentos;
  • Xerostomia (boca seca);
  • Não conseguir reconhecer os alimentos ou bebidas que lhe apresentam;
  • Inadequada utilização e manuseamento da palamenta associada à toma das refeições (talheres, prato, copo).

As carências nutricionais nos doentes com doença de Alzheimer são frequentes, nomeadamente de vitaminas lipossolúveis (A,D,E,K), hidrossolúveis (B6, B12, C, ácido fólico), minerais (selénio) e ácidos gordos insaturados n-3, pelo que é importante assegurar que as necessidades são devidamente suprimidas.

 

Conselhos nutricionais para os cuidadores do doente com doença de Alzheimer

Para que as necessidades nutricionais sejam devidamente suprimidas o Movimento 2020 fornece-lhe alguns conselhos que poderão facilitar o fornecimento de alimentos e bebidas a estes doentes. Assim sendo, a intervenção nutricional passa por:

  • Planear refeições (em parceria com o doente e o cuidador formal ou informal):
    o Estabelecer horários de refeições e ingestão de líquidos;
    o Relembrar o doente das horas das refeições através de um lembrete ou chamada telefónica, quando ainda é possível, estimulando a acuidade das tarefas diárias.

  • Durante as refeições:
    o Evitar fornecer vários alimentos ao mesmo tempo, optando for fornecer um de cada vez, por forma a não causar stress no doente;
    o Acompanhar o doente durante a toma da sua refeição para que este imite o comportamento do cuidador;
    o Monitorizar as refeições, dando instruções verbais espaçadamente e exemplificando os diferentes processos de ingestão de alimentos (levar os talheres à boca, mastigar, engolir...);
    o Fazer as refeições num ambiente calmo para que o momento da refeição seja um momento relaxado, sem pressas e livres de distracções;
    o Perceber se o doente já engoliu os alimentos antes de oferecer mais alimentos;
    o Certificar-se de que os alimentos estão visíveis e a uma distância acessível para o doente;
    o Utilizar pratos/travessas lisas, sem padrões, para que os alimentos sejam facilmente identificáveis;
    o Permitir que o doente coma quando tem fome, mesmo que fora dos horários das refeições.

  • Refeições:
    o Ter alimentos e líquidos disponíveis e visíveis pelo doente, nomeadamente snacks que não necessitem de refrigeração;
    o Fornecer alimentos em várias pequenas refeições e em pequenas quantidades;
    o Fornecer alimentos suaves, húmidos, de consistência mole e em pequenos pedaços para facilitar a mastigação e deglutição;
    o Preparar pratos saudáveis e apelativos, com sabores familiares, especialmente os que são favoritos do doente;
    o Preparar pratos com sabores e aromas intensos no caso de haver redução do paladar e/ou olfacto do doente;
    o Utilizar loiça térmica para manter os alimentos à temperatura adequada;
    o Efectuar modificação da consistência dos alimentos quando existe dificuldade de deglutição e disfagia.

  • Hidratação:
    o Ter uma bebida sempre à mão quando o doente está a comer;
    o Utilizar um copo transparente para que a pessoa possa ver o que está lá dentro ou então um copo/garrafa colorido para chamar à atenção do doente;
    o Oferecer ao doente um copo com bebida ou coloca-lo na sua linha de visão;
    o Oferecer ao doente diferentes tipos de bebidas ao longo do dia;
    o Verificar se o copo/garrafa é adequado (não muito pesado e fácil de agarrar);
    o Fornecer alimentos ricos em água tal como fruta, vegetais, sopa, batidos, gelatinas, gelados, entre outros.

  • Fingerfood:
    o Fornecer alimentos práticos que se consigam comer facilmente à mão e em poucas dentadas, permitindo ao doente alguma autonomia na sua alimentação quando este tem dificuldade em utilizar talheres.

Juventude com saúde

dia mundial juventude 2017

A 12 de agosto celebra-se o Dia Internacional da Juventude por resolução da Organização das Nações Unidas (ONU).

A ONU define como jovens aqueles com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos. Estes representam 18% da população mundial, ou seja, 1,2 mil milhões de pessoas no mundo são jovens.

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